10.5.07

Feng-Shui

Aplicar o Feng-Shui no Quarto

O quarto é uma divisão yin, com a principal finalidade de dormir e recuperar energias. Para conseguirmos um sono mais tranquilo é importante mantermos este espaço sempre arejado e desimpedido.

O Yin e o Yang são duas forças independentes em movimento equilibrado. Por um lado temos a escuridão, o frio e o feminino como forças yin, ao passo que a luz, o calor e o masculino são yang. É o equilíbrio entre estes dois pólos que sustenta a vida e proporciona que a energia flua naturalmente. Se num espaço que se pretende mais yin (mais tranquilo), como é o caso do quarto, temos uma sobrecarga de energia yang, estamos a provocar um desajuste energético, além de desvirtuarmos a finalidade dessa divisão. Já num espaço onde pretendemos que haja dinamismo utilizarmos muito os tons frios (mais yin), não o estaremos a potenciar.

Nas nossas casas, os quartos de dormir são divisões yin. Já a sala de estar é uma divisão yang, própria para o convívio, bem como as restantes áreas sociais da casa. No quarto, a finalidade é podermos dormir tranquilamente e conseguir recuperar energias, logo, não o deveremos activar em demasia. Aparelhos como a televisão, telemóveis ou aparelhagem de música não deveriam estar no quarto, pois além de emitirem ondas electromagnéticas nocivas à saúde, estão a perturbar uma zona de descanso.

Se um computador e restante material de estudo e trabalho não puderem estar senão no quarto, o ideal é criar uma separação entre o espaço de dormir e o espaço de trabalho. Poderá ser um biombo, por exemplo.

A cama deve estar colocada de forma a que a pessoa quando deitada possa ver quem entra no quarto (para minimizar sentimentos de insegurança) e os pés da cama também não devem estar virados para a porta do quarto. De preferência, a cama deveria estar colocada diagonalmente oposta à porta.

É necessário muito cuidado ao utilizarmos espelhos no quarto, pois estes nunca deverão reflectir a cama, pois originam uma separação energética e uma sensação de desconforto (basta a pessoa acordar durante a noite e assustar-se com o reflexo).

Devemos ter uma cabeceira sólida (o ideal é estar encostada a uma parede), para assim nos sentirmos protegidos enquanto dormimos. Se possível, devemos evitar ter a cabeceira encostada a uma parede com janela. Também não deverá estar encostada à parede de uma casa de banho ou cozinha, por serem zonas de escoamento (nada benéficas à luz do Feng-Shui) e também porque a água ao percorrer os canos perturba o sono.

No tecto, por cima da cama, nunca devem haver vigas. Estas são consideradas um shar (má energia), pois provocam a sensação de perigo e insegurança.

O colchão deve estar a uma altura considerável do chão, caso contrário, o corpo vai absorver energia muito yin, daí ser muito importante manter este espaço arejado. Se tivermos gavetões de arrumação por debaixo da cama é importante que o seu conteúdo não nos traga más recordações ou preocupações, o ideal é guardar aí apenas roupa e pouco mais, para não termos um sono perturbado.

A utilização de água nos quartos é um dos principais tabus do Feng-Shui. Não devemos ter água no quarto (nem mesmo representações deste elemento, por exemplo um quadro). Por um lado, a água mais parada aumenta a faceta yin do próprio quarto (podendo provocar melancolia) e a água mais movimentada (uma fonte, por exemplo), por ser demasiado yang, choca com a principal finalidade do quarto (dormir e recuperar energias).

Também aí não devemos ter plantas vivas, mas já a utilização de plantas artificiais ou representações não levantam qualquer problema. As peónias simbolizam o amor, por isso um quadro ou uma imagem com peónias são utilizados nos quartos, para activar os relacionamentos (que correspondem ao sector sudoeste). Este sector também pode ser activado colocando aí objectos em pares, que simbolizam o casal. Os cristais de quartzo rosa são também muito utilizados para este fim.

Não convém termos fotografias de família ou amigos expostas no quarto, porque vão activar um espaço que não o é suposto ser. Já fotografias da própria pessoa ou do casal poderão estar patentes.

Para confirmarmos se temos ou não energia estagnada em alguma divisão da casa, podemos fazer uma limpeza com incenso (por exemplo de arruda ou benjoim). Ao sair de casa, acendemos um pau de incenso nas divisões que mais utilizamos (quartos, salas, ...), e quando voltarmos, verificamos se o aroma do incenso se faz ainda ou não sentir. Se não persistir o aroma, possivelmente a energia dessa divisão está estagnada, ou seja, não está a fluir. Quando isto sucede, há que verificar primeiramente o que poderá estar a causar este bloqueio energético: no caso do quarto, devemos confirmar entre várias coisas, se a cabeceira está posicionada de forma correcta, se os espelhos reflectem ou não a cama, se há representações de água (...) e só depois procedemos às alterações, que muitas vezes não passam de pequenos ajustes que representam uma grande diferença.

Cristina Almeida
Consultora de Feng-Shui
cristina.i.almeida@gmail.com

Automóveis

Chrysler Sebring 2.0 CRD Limited
Rasgos de estilo

A nova silhueta da mais recente geração do Chrysler Sebring veio conferir-lhe um maior glamour. Mas este automóvel é bem mais do que apenas estilo…

O design do Chryler Sebring 2.0 CRD Limited trouxe uma nova frescura ao modelo. Este novo visual, com o capot rasgado, tornou o Sebring mais europeu e cativante, e menos “banheira”.
Todavia, isso não impede que a sua passagem seja brindada pelo virar de muitas cabeças curiosas.
O interior requintado convida a longas horas de condução, dado o conforto dos bancos, a ambiência, a qualidade dos materiais e de construção.
Ar condicionado automático, fecho central com comando, vidros eléctricos automáticos, seis airbags, sistema áudio MP3, computador de bordo, faróis automáticos e faróis de nevoeiro, são alguns dos elementos que constam na longa lista de equipamento.
O condutor dispõe, além de uma excelente posição de condução, de diversos dispositivos de auxílio à condução, caso do controlo de tracção e do ESP.
O seu banco é regulável electricamente e através do volante forrado a couro, ajustável em altura e profundidade, pode comandar o sistema áudio Boston e o cruise control.
Dinamicamente o Chrysler Sebring 2.0 CRD Limited mostra-se acima das expectativas. O propulsor, que se revela silencioso, redondo e com uma entrada progressiva do turbocompressor oferece uma boa resposta ao acelerador em qualquer regime de trabalho.
Apesar das suas dimensões do Sebring, o comportamento em estrada livre ou em percursos mais sinuosos é de alto nível. O bom equilíbrio entre o chassis e a suspensão, de taragem firme, garantem a confiança q.b. para alguns devaneios motrizes.
Na cidade este vistoso automóvel flui com naturalidade e conforto por entre o tráfego. Disso são responsáveis a boa resposta do motor em baixos regimes e o desempenho da suspensão. Apesar da sua firmeza assegura um bom conforto de todos os ocupantes.
Nota positiva para os consumos que, tanto em cidade como nos andamentos mais vivos, se traduzem em valores equilibrados.
Um carro muito cativante, cuja “pecha” — devido à nossa fiscalidade ­— e o montante pedido pelo requinte e pelos rasgos de estilo.

Ficha Técnica

Cilindrada (cc) 1968
Potência máx. (CV/rpm) 140/4000
Binário máx. (N.m/rpm) 310/1750
Emissões CO2 (g/km) 187
Velocidade máx. (km/h) 201
Aceleração 0/100 km/h (seg. 11,8
Consumo misto (l/100 km) 6,2
Preço versão (€) 37.405

Túlio Gonçalves

Automóveis

Hyundai Tucson 2.0 CRDi VGT 4x4 Style
Para o TT urbano

O Hyundai Tucson 2.0 CRDi VGT 4x4 Style é um bom exemplo de um veículo cujo preço (derivado aos impostos) lhe impede de ser a escolha de muitos consumidores. E é pena, pois a sua costela citadina é um dos seus grandes atributos!
É claro que as dimensões de um SUV não são as mais indicadas para uma utilização urbana, na hora de estacionar. Contudo, este tipo de veículo assume-se cada vez mais como um citadino puro e duro.
Passemos a explicar. Face ao estado cada vez mais degradado dos pisos dos bairros lisboetas (e do resto do País), um SUV ou um TT revelam-se como os únicos capazes de garantirem apreciáveis níveis de conforto. Tudo porque a sua suspensão e carroçaria para isso estão pensadas.
As agressões dos buracos e protuberâncias do pavimento causam, portanto, menos “mossa” na estrutura da viatura, bem como na carteira na hora da revisão.
Por seu turno, os ocupantes agradecem não só a boa “digestão” dos pisos tipo picada, mas também a correcta taragem da suspensão na altura dos andamentos mais rápidos.
O interior deste Hyundai Tucson 2.0 CRDi VGT 4x4 Style é bastante acolhedor e confortável, sendo que o condutor encontra facilmente uma correcta posição de condução. Ao ser bastante alta é outras das vantagens deste veículo na condução citadina.
Quanto ao equipamento da versão Style, poucos são os opcionais a acrescentar, já que esse nível é o mais alto da gama 2.0 litros CRDi 4x4 .
Tanto em cidade como em estrada, o Hyundai Tucson tem no seu motor 2.0 CRDi VGT um grande aliado, já que os 140 CV e o binário máximo de 305 N.m ­— debitados às 4000 rpm e constante entre as 1800~2500 rpm, respectivamente —, lhe conferem um grande fôlego.
A caixa de seis velocidades é fácil de manusear, sendo fácil seleccionar a relação pretendida. Para accionar o sistema 4x4 basta pressionar o respectivo botão, para podermos desfrutar, desta vez por opção, dos pisos mais acidentados e do contacto com a Natureza.
A fechar com chave de ouro os atributos deste SUV, temos os consumos. O misto fica-se, segundo a marca, na casa dos 7,1 l/100 km e o urbano na casa dos 8,9 litros. Valores muito interessantes tendo em conta as dimensões do veículo em questão.

Ficha Técnica

Cilindrada (cc) 1991
Potência máx. (CV/rpm) 140/4000
Binário máx. (N.m/rpm) 305/1800~2500
Emissões CO2 (g/km) 187
Velocidade máx. (km/h) 179
Aceleração 0/100 km/h (seg. 11,1
Consumo misto (l/100 km) 6,8
Preço versão (€) 38.475

T.G.